O defensor público Almo Batalha Britto morreu, nessa sexta-feira (9), em um hospital particular de Aracaju, onde estava internado desde a última terça-feira (6). A causa da morte não foi divulgada e a família ainda não anunciou os locais do velório e sepultamento do corpo. Almo ingressou na Defensoria Pública de Sergipe em 1986, exercendo, ao longo de sua trajetória, relevantes funções nas áreas Cível e Criminal.
Natural de Aracaju, Almo Britto tinha 65 anos e deixa um legado de quase 40 anos dedicados à assistência jurídica gratuita e à defesa dos vulneráveis. Sua trajetória confunde-se com a própria história de fortalecimento da Defensoria no estado. Formado em Direito pela Fundação Universidade Regional do Nordeste, em 1985, ele ingressou na carreira de defensor público em 1986.
O defensor público-geral, Leó Neto, manifestou profundo pesar pela perda e destacou a dimensão humana e profissional do amigo. “Almo Batalha foi um defensor público exemplar, um amigo leal e um ser humano generoso. Sua dedicação incansável à Defensoria Pública e à promoção da justiça deixou marcas profundas na instituição e em todos que tiveram o privilégio de conviver com ele. Seu legado permanecerá vivo em nossa memória e em nossa atuação diária”, disse.


